Por duas vezes trabalhei no Outeiro da Glória. A primeira, retirando pichação com método químico do embasamento em gnaisse, que se encontrava muito deteriorado devido ao intemperismo, com esfoliação e perdas.
Na segunda vez, trabalhei como consultora do restauro da cantaria. Alguns dos processos de limpeza foram de aplicação de compressas da argila bentonita no gnaisse e do composto AB 57 no lioz. As crostas foram removidas mecanicamente com micro retíficas.
A proteção foi feita com aplicação de resina hidrofugante de base siloxânica. Pequenas perdas foram recompostas com argamassa polimérica de base acrílica que não sofrem com os raios ultra-violeta.